Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no dia 19 de abril de 1886 e faleceu no dia 13 de outubro de 1968. Durante a sua vida ele foi um grande poeta, crítico literário e da arte, foi também professor e tradutor brasileiro.

imagem ilustrativa

Ele foi um dos poetas que fizeram parte da literatura moderna do país, na qual o poema em que apresentou na semana de arte moderna faz sucesso até os dias de hoje, esse poema se chama “Os sapos”.

Veja agora alguns poemas de Manuel Bandeira

O último poema

Assim eu queria o meu último poema

Que fosse terno dizendo coisas mais simples e menos intencionais

Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas

Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume

A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos

A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Arte de amar

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma

A alma é que estraga o amor

Só em Deus ele pode encontrar satisfação

Não doutra alma

Só em Deus, ou fora do mundo

As almas são incomunicáveis

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Esses são apenas dois poemas de grandes obras que Manuel Bandeira nos deixou de herança.

 


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *